Bem vindo a este Blog!!
A palavra "Cristo" (em grego Χριστός - Christós), ou seja, "Ungido" é uma tradução literal de Messias (mashiach). Ou seja, este é o blog do "Ungido" de Deus, para nós cristãos, JESUS CRISTO. Esta página foi criada para discutir assuntos de qualquer natureza no intuito de ampliar os conhecimentos seculares e principalmente teológicos, com base nos livros dito sagrados (principalmente a Bíblia) e à luz da ciência e da filosofia, reavaliando os dogmas religiosos e suas origens.
Aqui você poderá compartilhar doutrinas e ensinamentos cristãos.
Ressaltamos que este blog é aberto para opiniões diversas de quaisquer sistemas religiosos, desde que carreadas com respeito e compreensão mútuos.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
PRECONCEITO RELIGIOSO NO HAITI
Absurdo o comentário deste Cônsul do Haiti...
A salvação não está nas religiões e sim na espiritualidade de cada um...
O preconceito religioso muitas vezes e carregado também com o preconceito racial!
Será que os cristãos não lembram que foi o europeu piedoso que levou da África 8 milhões de negros para trabalharem como escravos, e matou outros 40 milhões neste processo??
E o drama da áfrica do Sul, com o Apartheid promovido pelo caucasiano-europeu, que levou à morte outros milhares de africanos??
E também o triste massacre promovido pelas Cruzadas, as quais em nome da fé e de um “cristianismo” perseguidor e intolerante deu morte a um sem número de pessoas, tudo em nome de uma “moral cristã”.
Nós cristãos devemos vigiar para não cairmos no fanatismo e preconceito religioso, e nem atirar pedras julgando aqueles pobres haitianos, vítimas do capitalismo ocidental e cristão!!
Lucas 13.1-5
“E, naquele mesmo tempo, estavam presentes ali alguns que lhe falavam dos galileus cujo sangue Pilatos misturara com os seus sacrifícios. E, respondendo Jesus, disse-lhes: Cuidais vós que esses galileus foram mais pecadores do que todos os galileus, por terem padecido tais coisas?
Não, vos digo; antes, se vos não arrependerdes, todos de igual modo perecereis.
E aqueles dezoito sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, cuidais que foram mais culpados do que todos quantos homens habitam em Jerusalém?
Não, vos digo; antes, se vos não arrependerdes, todos de igual modo perecereis”.
sábado, 26 de dezembro de 2009
BOM, BONZINHO OU BOMBONZINHO????

Para fazer bem aos outros é necessário ser bom em si mesmo. Quem não é bom não pode fazer o bem. Para ser benfeitor alheio é necessário o homem ser auto-realizado ele próprio. É esta a inexorável matematicidade da mística.
É uma velha e funesta ilusão querer fazer bem aos outros sem ser bom em si mesmo. A ética sem a mística é uma pseudo-ética, uma funesta utopia;
pode ser que seja moralidade, altruísmo, filantropia, mas não é verdadeira ética, que é sempre um transbordamento espontâneo da verdadeira mística.
A consciência da paternidade única de Deus transborda irresistivelmente na vivência da fraternidade universal dos homens - e só isto é ética genuína e verdadeira.
O homem, quando plenamente desenvolvido no seu ser-bom místico, é sempre benfeitor no seu fazer-bem ético, muitas vezes sem o saber.
Ser bom não é ser bonzinho, menos ainda ser bombonzinho. Muitas vezes ser bom parece até ser mau; por vezes o nosso ser-bom exige rigor, disciplina, aparente crueldade.
Quem permite passivamente todos os abusos ao redor de si, sob pretexto de ser bom, NÃO É BOM. Ser bom é ser intransigentemente amigo da verdade, de retitude, da justiça, da ordem e da disciplina.
Quando Jesus expulsou os vendilhões do templo revelou-se um homem realmente bom.
Quem age com rigor e severidade em defesa de uma causa SAGRADA, esse é realmente bom, talvez cruelmente bom, embora os homens mundanos o tachem de mau.
O homem realmente bom deve ter a coragem de ser considerado mau por aqueles que não são bons. Ser bem-bom é, muitas vezes, o contrário de ser bom.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
A Humanidade Necessita Duma Nova Religião?

“A crescente gritaria dos nossos dias por uma “nova religião” não deve ser tomada muito a sério; ela nasce duma falta de auto-conhecimento do homem moderno. Os mais avançados entre nós se arranjam muito bem sem nenhuma igreja; e os que ainda necessitam meio para seu progresso espiritual.
Os que mais gritam por uma “nova religião” são fundamentalmente irreligiosos. Esses, quando espiritualmente amadurecidos, verificarão que os que lhes falta não é um novo credo, mas sim uma verdadeira realização espiritual da sua existência, e que esta realização não requer, necessariamente, colorido teológico-eclesiástico.
Em nossos dias, fala-se demais em “religião”; quando alguém quer sobressair ambiciosamente no campo espiritual, rotula de religião essa sua ambição – e funda uma nova igreja ou seita, da qual ele, naturalmente, é o chefe.
A única religião autêntica é o sincero desejo e esforço de auto-realização, isto é, permeação espiritual de todas as atividades da sua vida diária.
Os melhores dentre nós não são mais convertíveis para uma nova religião; quem toma a sério a sua auto-realização, ou dispensará formas e fórmulas externas, ou então procurará manifestar a sua experiência interna pelos meios tradicionais da sua igreja – mas nunca fará consistir nessas formas a sua religião. O homem realmente religioso pode manifestar por qualquer veículo externo a sua experiência interna. O principal é possuir realmente essa experiência, porque só isto é religião – religio (religação), yoga, união com o Infinito, transbordamento da experiência mística em vivência ética.”
(Huberto Rohden – Roteiro Cósmico)
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
A ALMA DE TODAS AS RELIGIÕES

“Era uma vez um católico-romano, 100% sincero e honesto consigo mesmo. E, devido a essa sua honesta sinceridade, avançou tão longe que, finalmente, se viu acima de todos os dogmas e além de todos os ritualismos da sua igreja organizada; verificou com surpresa que era mais católico (isto é, universal) do que romano (quer dizer parcial). Verificou que, nessa sua longa jornada ascensional, estava na alma da catolicidade cristã.
Um dia, esse católico integral encontrou-se com outro homem, que vinha do setor evangélico-protestante. Trocaram um aperto de mão, trocaram um sorriso de surpresa, trocaram uma idéias – e verificaram que eram da mesma religião, que eram ambos católico-evangélicos, que se haviam encontrado aos pés do Cristo, em perfeita harmonia e fraternidade. Os seus velhos rótulos romano e protestante tinham ficado para além duma fronteira longínqua, muito longínqua, porque pertenciam ao corpo humano dos seus sistemas doutrinários, mas não à alma divina do cristianismo.
De mãos dadas, foram esses dois felizardos seguindo viagem, falando das suas grandes experiências com Deus – quando chegaram a uma encruzilhada. Do lado direito associou-se a eles um jovem, que pertencia ao espiritismo, mas, através de muitas experiências e de não poucos sofrimentos, se havia libertado do corpo humano das doutrinas de seu grupo e encontrado a alma eterna e divina de todas as religiões. Acompanhou os dois, e, dentro em breve, verificaram que eram três discípulos do mesmo Cristo e adoradores do mesmo Deus, em espírito e em verdade. O que, outrora, lá nos planos inferiores, os separava, era apenas o corpo mental e verbal das suas doutrinas, definíveis e analisáveis, mas o que agora os unia e irmanava silenciosamente era a alma espiritual da sua vasta e profunda experiência de Deus.
E foram os três andando, andando, alheios a tempo e espaço e das ilusões do mundo externo das quantidades objetivas – quando, subitamente, viram no meio de seu grupo um vulto sereno e majestoso, e no meio dum grande silêncio ouviram estas palavras: “Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, estou no meio deles...”
A verdadeira religião ou filosofia cósmica não tem por fim defender ou atacar este ou aquele corpo de doutrinas teológicas, as quais, na melhor das hipóteses, são obra de arquitetura humana, ou antes, são os andaimes de um edifício inacabado.
Depois de completada a construção do edifício, ninguém deixa em pé os andaimes, porque o que ontem foi um auxílio hoje seria um empecilho. Nenhuma borboleta arrasta consigo o seu casulo, ainda que seja de seda pura; agradece os bons serviços que o casulo lhe prestou, no tempo da sua evolução, dando-lhe proteção e segurança; mas agora as asas da borboleta lhe são proteção e segurança muito mais eficientes do que, outrora, o estreito invólucro do casulo.
A humanidade-elite está na fronteira de um novo mundo. Ou melhor, está vendo o velho mundo das suas crenças teológicas através de novo mundo de experiências espirituais. O homem profano de ontem passa a ser o homem sacro de hoje. Adivinha, com maior ou menor nitidez, que, dentro da crisálida do seu “crer” cristão dormita a borboleta do seu “saber” crístico.
Vai anoitecendo o ocaso da crença e amanhecendo a alvorada da sapiência...
A verdadeira filosofia não toma atitude em face do corpo ruidoso das religiões – mas procura realizar no homem a alma silenciosa da Religião. Procura despertar o homem para agrande realidade que dormita nas profundezas dele e que, uma vez acordada, pode transformar a vida e tornar o homem poderoso, bom e feliz.”
“Conhecereis a Verdade – e a Verdade vos libertará.”
(Huberto Rohden – A Experiência Cósmica)
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
A VINDA DO CRISTO GLORIOSO
“Entre os presentes há alguns que não provarão a morte antes de verem o Filho do Homem vindo em sua glória.”Essas palavras de Jesus têm sido interpretadas de muitos modos, há quase 2000 anos. Ainda em nosso século, Albert Schweitzer, no seu livro “Em Busca do Jesus Histórico”, focalizou extensamente esta predição do Mestre.
Até hoje muitos esperam a vinda do Cristo visível.
Cremos que Jesus não se referiu a um tempo externo, mas sim a um tempo interno, que Bergson chama “La durée interieur”. Pela intensificação da sua substância pode o homem modificar totalmente a extensividade das circunstâncias.
Para alguns o Cristo glorioso já veio no primeiro século. Para outros não veio ainda no século 20. Para Gandhi, Schweitzer e outros, o Cristo cósmico já apareceu, como apareceu no primeiro século para os 120 discípulos no Pentecostes. Quem afirma a soberania da sua substâncias humanas assiste ao advento do Cristo glorioso. O Reino dos Céus não vem com observâncias, como algo que se possa ver de fora; nem se pode dizer: ei-lo aqui, ei-lo acolá – o Reino dos Céus está dentro de vós.
A vinda gloriosa do Cristo nada tem que ver com tempo e espaço, que são circunstâncias fora de nós; somente a substância dentro de nós pode presenciar a vinda do Cristo.
Quando Jesus disse que alguns dos presentes não veriam a morte sem que presenciassem a vinda do Filho do Homem, em sua glória, sabia ele que este seu advento se daria ainda no primeiro século para alguns de seus discípulos, como de fato aconteceu no primeiro Pentecostes.
E, por espaço de três séculos, se realizou esta gloriosa “parusia” do Cristo em milhares de cristãos que da mística das catacumbas iam para o martírio do Coliseu, por amor ao Cristo.
Fatos externos não têm valor em si mesmos; só valem pela realidade interna que os produziu.
A elite da humanidade do presente século está assistindo ao ocaso da noosfera mental e vislumbrando a alvorada da logosfera espiritual.
Segundo o quarto Evangelho, “no princípio era o Logos”, o Cristo cósmico, e, mais tarde, se fez carne na pessoa humana de Jesus de Nazaré. Se o homem ultrapassar o seu atual estágio evolutivo mental e se transmentalizar, passando do lúcifer para Lógos, então atingirá ele o zênite da sua razão-de-ser e assistirá ao advento do Cristo glorioso.
Está nos profundos arcanos das leis cósmicas que uma creatura terrestre, além de creada, seja também creadora, e, pelo poder creativo do seu livre-arbítrio se cristifique, assim como Jesus se cristificou. Quando o crucificado proferiu a sua derradeira palavra “está consumado”, então estava a humanidade individual de Jesus redimida pelo Cristo. E, quando muitos homens forem Cristo-redimidos do mesmo modo e puderem dizer “está consumado”, então se realizará na face do Planeta Terra o advento do Cristo glorioso.
O lúcifer anticrístico deixará de sugerir ao Lógos crístico que se proste em terra e o adore – mas obedecerá à ordem do Cristo: “Só a Deus adorarás e só a ele servirás.
E então, “O Reino dos Céus será proclamado sobre a face da terra, e haverá um novo céu e uma nova terra.”
Fonte: Lúcifer e Lógos - Huberto Rohden
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
ÍDOLOS OU IDEAL?

Na realidade, o meu “sim” ou o meu “não” nada tem que ver com o meu verdadeiro cristianismo, se por cristianismo se entende a união com o espírito de Deus, e não este ou aquele grupo eclesiástico a que pertenço por força de nascimento ou de outras circunstâncias externas fortuitas.
O que decide sobre o fato de eu ser crístico ou não-crístico é a minha vida, a profunda e permanente atitude do meu interno ser e do meu externo agir em perfeita sintonia com o espírito de Cristo. Esse espírito, porém, nada tem que ver com a forma deste ou daquele credo, mas resume-se nos dois grandes mandamentos do amor de Deus e do próximo, nos quais “consistem toda a lei e os profetas”. O “sim” ou “não”, verbal ou mental, em nada modifica a minha atitude de ser e de agir, e é profundamente deplorável que uma grande parte do cristianismo eclesiástico do Ocidente dê maior importância a essa profissão de fé teológica imposta por seu grupo do que à realidade da sua vida emanada do espírito de Cristo.
**E, para salvar esse credo eclesiástico, os seus adeptos, através dos séculos, têm cometido, e continuam a cometer os maiores atentados ao espírito de Cristo, matando infiéis e hereges, excomungando dissidentes, inculcando a seus filhos o desprezo para com os que não professam o mesmo credo teológico – matam o espírito para salvar uma teologia pseudo-cristã!...
Enquanto eu não puder dizer, com absoluta verdade “Já não sou eu que vivo – o Cristo é que vive em mim”, não aceitei o espírito do Cristo, embora professe a mais ortodoxa das fórmulas sobre a divindade de Cristo. Mahatma Gandhi nunca aceitou nenhum credo eclesiástico; Albert Schweitzer é conhecido como herege pelas igrejas cristãs protocolares – mas dificilmente encontraremos dois homens que vivam com maior pureza e fidelidade o espírito de Cristo, em profundo amor de Deus e vasta caridade pelos homens.
É de urgente necessidade que o mundo cristão se torne crístico, vivendo realmente o espírito de Cristo, em vez de apenas professar teoricamente este ou aquele dogma sobre a divindade de Cristo.
Fonte: Trecho da Obra "Ídolos ou Ideal?" de Huberto Rohden
terça-feira, 8 de setembro de 2009
A FÉ SEGUNDO SAI BABA

“O ser humano esquece sua verdadeira natureza por causa do apego e do
egoísmo. Ele deveria desenvolver a fé inabalável em Deus. A fé deveria ser
como sua respiração vital, que continua sem cessar e sem repouso. A
respiração continua independente de qualquer trabalho que você possa estar
fazendo e do estado de sua mente. Do mesmo modo, em todas as situações e a
toda hora, sua fé em Deus nunca deveria abandoná-lo. Ela não deveria mudar
conforme seus desejos sejam realizados ou não. Assim como sua respiração
vital, sua fé deveria permanecer firme, através de alegria e tristeza, perda
e ganho, dor e prazer. Trate tudo o que aconteça como bom para você.
Desenvolva tal sentimento de coragem.”
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Maledicência - Cuidado com a língua!!!
"Toda pessoa não suficientemente realizada em si mesma tem a instintiva tendência de falar mal dos outros. Qual a razão última dessa mania de maledicência?
É um complexo de inferioridade unido a um desejo de superioridade.
Diminuir o valor dos outros dá-nos a grata ilusão de aumentar o nosso valor próprio.
A imensa maioria dos homens não está em condições de medir o seu valor por si mesma. Necessita medir o seu próprio valor pelo desvalor dos outros.
Esses homens julgam necessário apagar as luzes alheias a fim de fazerem brilhar mais intensamente a sua própria luz.
São como vaga-lumes que não podem luzir senão por entre as trevas da noite, porque a luz das suas lanternas fosfóreas é muito fraca.
Quem tem bastante luz própria não necessita apagar ou diminuir as luzes dos outros para poder brilhar.
Quem tem valor real em si mesmo não necessita medir o seu valor pelo desvalor dos outros.
Quem tem vigorosa saúde espiritual não necessita chamar de doentes os outros para gozar a consciência da saúde própria.
As nossas reuniões sociais, os nossos bate-papos são, em geral, academias de maledicência.
Falar mal das misérias alheias é um prazer tão sutil e sedutor – algoparecido com whisky, gin ou cocaína – que uma pessoa de saúde moral precária facilmente sucumbe a essa epidemia.
A palavra é instrumento valioso para o intercâmbio entre os homens. Ela, porém, nem sempre tem sido utilizada devidamente.
Poucos são os homens que se valem desse precioso recurso para construir esperanças, balsamizar dores e traçar rotas seguras.
Fala-se muito por falar, para "matar tempo". A palavra, não poucas vezes, converte-se em estilete da impiedade, em lâmina da maledicência e em bisturi da revolta.
Semelhantes a gotas de luz, as boas palavras dirigem conflitos e resolvem dificuldades.
Falando, espíritos missionários reformularam os alicerces do pensamento humano.
Falando, não há muito, Hitler hipnotizou multidões, enceguecidas, que se atiraram sobre outras nações, transformando-as em ruínas.
Guerras e planos de paz sofrem a poderosa influência da palavra.
Há quem pronuncie palavras doces, com lábios encharcados pelo fel.
Há aqueles que falam meigamente, cheios de ira e ódio. São enfermos em demorado processo de reajuste.
Portanto, cabe às pessoas lúcidas e de bom senso, não dar ensejo para que o veneno da maledicência se alastre, infelicitando e destruindo vidas.
Pense nisso!
Desculpemos a fragilidade alheia, lembrando-nos das nossas próprias fraquezas.
Evitemos a censura.
A maledicência começa na palavra do reproche inoportuno.
Se desejamos educar, reparar erros, não os abordemos estando o responsável ausente.
Toda a palavra torpe, como qualquer censura contumaz, faz-se hábito negativo que culmina por envilecer o caráter de quem com isso se compraz.
Enriqueçamos o coração de amor e banhemos a mente com as luzes da misericórdia divina.
Porque, de acordo com o Evangelho de Lucas, "a boca fala do que está cheio o coração".
Fonte: Texto extraído do livro "A Essência da Amizade" – Huberto Rohden* – Editora Martin Claret.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
"Amai os vossos inimigos", é mole??

É este sem dúvida, um dos tópicos evangélicos mais repetidos no mundo cristão - e de todos o menos praticado. E a razão mais profunda desta falta de prática do amor nasce duma falsa compreensão dessas palavras do Senhor.
A imensa maioria dos cristãos julga-se tratar aqui de um imperativo categórico do dever obrigatório, quando, de fato, trata-se de um ato de querer espontâneo (não do heroísmo duma virtude ética, e sim da evidência de uma sabedoria divina).
Para que o dever obrigatório se transforme e possa se converter em querer espontâneo, deve acontecer uma grande compreensão!
Sabemos que tudo que é difícil, não tem garantia de perpetuidade, diferentemente do que é fácil que dá a certeza da continuidade: enquanto amar nosso inimigo se apresentar como um dificultoso dever compulsório, não temos nenhuma garantia de que iremos amá-los amanhã ou depois no futuro, mesmo que hoje os amemos; somente quando esta atitude se transformar num jubiloso querer espontâneo, (e isto somente ocorre quando estivermos realmente em consonância com a sabedoria divina) é que o nosso amor aos inimigos deixará de ser um fenômeno intermitente, passando a ser uma realidade permanente!
Estas palavras de Jesus, não tem em primeiro plano, caráter ético, mas sim um sentido metafísico, visando estabelecer a pura solidariedade através da sabedoria da compreensão. Como? É simples:
1) Alguém é meu inimigo e eu sou inimigo dele. Estamos ambos no plano negativo, nas trevas, ele e eu também;
2) Alguém é meu inimigo, porém eu não sou inimigo dele. Não o odeio, mas lhe sou indiferente, não quero saber de contatos, fico distante. Neste caso, ele está na zona negativa das trevas pois me odeia, mas eu estou na zona neutra;
3) Alguém é meu inimigo, porém não sou inimigo dele, e além disso o amo. Quero o melhor para ele, e para mim ele é meu amigo. Neste caso, ele está na zona negativa das trevas, e eu na zona positiva da luz.
Ora, neste terceiro caso, como a luz sempre atua positivamente, rumo à construção, e as trevas negativamente, rumo à destruição, é certo que no caso de um encontro mútuo entre luz e trevas, o positivo eliminará o negativo, e nunca vice-versa (A luz brilha nas trevas, mas as trevas não a extingue). Sendo eu de vibração positiva, filho da luz, posso ajudar a quem é negativo, filho das trevas.
No segundo caso, não tendo ódio real do meu inimigo, como estou indiferente à relação fraternal, não o posso ajudar eficazmente, porque sou neutro e fraco. Continuo neutro, e ele negativo. Só no terceiro caso, sendo realmente positivo, pelo amor, é que posso ajudar quem está no ódio, contrapondo uma "violência espiritual a uma violência material", no dizer de Mahatma Gandhi.
Agora no primeiro caso, se odeio a quem me odeia, acrescento negativo a negativo, aumentando as trevas no mundo. No segundo caso deixando de odiar a quem me odeia, não aumento os fatores negativos, mas também não os destruo, deixando as trevas no status quo.
Acresce outro fator importante. Quando odeio a quem me odeia, não apenas aumento as trevas em que ele está, mas também aumento minhas próprias trevas, me negativando espiritualmente.
O terceiro caso é o único modo eficiente de tornar o mundo melhor e conseguir a aprovação divina, pois substituirei as trevas negativas do ódio por luz positiva de amor, vinda do Senhor!
Amar seus inimigos é, pois, um preceito de sabedoria divina, porque promove a realização do homem, agradando e louvando ao Senhor, e conseguindo sua verdadeira libertação e salvação.
Fonte: Antônio Carlos de Macedo Chaves
sábado, 15 de agosto de 2009
RETRATO DE JESUS CRISTO

Na biblioteca do Vaticano há um documento inédito a respeito de Jesus Cristo. É uma carta dirigida ao Senado Romano do tempo de Tibério, Publios Lentulus, procônsul romano, contemporâneo de Cristo e presumivelmente predecessor de Pôncio Pilatos na Judéia. A carta descreve a figura de Jesus Cristo. Nessa descrição, não ignorada nos tempos antigos, se inspirou a pintura cristã, à exceção de alguns pintores espanhóis e de Morelli em seu Cristo Moribundo. A carta do procônsul romano diz o seguinte:
"Apareceu e vive estes dias por aqui um homem de singular virtude, que seus companheiros chamam Filho de Deus. Cura os enfermos e ressuscita os mortos. É belo de figura e atrai os olhares. Seu rosto inspira amor e temor ao mesmo tempo. Seus cabelos são compridos e louros, lisos até as orelhas e das orelhas para baixo crescem crespos, anelados. Divide-os ao meio uma risca e chegam-lhe aos ombros, segundo o costume da gente de Nazaré. As faces cobrem-se de leve rubor. O nariz é bem conformado e a barba crescida, um pouco mais escura do que os cabelos e dividida em duas pontas. Seu olhar revela sabedoria e candura. Tem olhos azuis com reflexos de várias cores. Esse homem, amável ao conversar, torna-se terrível ao fazer qualquer repreensão. Mas, mesmo nesse caso, sente-se nele um sentimento de segurança e serenidade. Ninguém nunca o viu chorar. É de estatura normal, corpo ereto, mãos e braços tão belos que é um prazer contemplá-los. O tom da voz é grave. Fala pouco. É modesto. É belo quanto um homem pode ser belo. Chamam-lhe Jesus, filho de Maria."
Fonte: Memórias de Huberto Rohden (http://memoriarohden.cjb.net/)
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
No Princípio, Deus!

A primeira verdade revelada por Deus ao homem foi declarar sua existência e sua obra criadora. Ele é o Criador. Esta verdade bíblica, reprova algumas posições comuns defendidas hoje:
Reprova o ateísmo
A existência de um relógio pressupõe a existência de um relojoeiro. A existência de uma casa pressupõe a existência de um construtor. A existência do universo pressupõe a existência de um Criador. Segundo os cientistas dizem que para cada grão de areia, de todas as praias e desertos, há uma estrela brilhando no firmamento.
O Dr. Marshall Nirenberg, Prêmio Nobel de Biologia, descobriu que temos 60 trilhões de células em nosso corpo. Em cada célula, temos 1,70m de fita DNA. Se esticarmos a fita DNA do nosso corpo, teremos 102 trilhões de metros, ou seja, 102 bilhões de quilômetros de fita DNA, onde estão gravados e computadorizados todos os nossos dados genéticos. Se esticarmos a fita DNA do nosso corpo, seria possível dar diversas voltas ao sistema planetário. Sabemos que o acaso não origina códigos de vida. Certamente uma mente soberana e sábia planejou e criou todas as coisas.
Richard Dawkins, o patrono dos ateus, no seu insolente livro Deus, um delírio, escarnece daqueles que crêem em Deus. Mas é Richard Dawkins quem está delirando. Unimos nossa voz à do salmista: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos” (Sl. 19.1)
Louis Nizer disse: A melhor resposta a um ateu é oferecer-lhe um ótimo jantar e perguntar-lhe se ele crê que existe um cozinheiro.
Reprova o agnosticismo.
Reprova o panteísmo.
Reprova o deísmo.
Destaco uma evidência da obra criadora de Deus, a saber:
O caos não pode produzir o cosmo.
A teoria da evolução é um amontoado de conjecturas e suposições acerca da origem do universo. Os evolucionistas não têm as provas e alardeiam suas hipóteses como se fossem fatos inequívocos. O livro de Charles Darwin A origem das espécies, publicado em Londres em 1859, contém nada menos que 800 verbos no futuro do subjuntivo: “suponhamos”. Uma suposição não é uma prova. A teoria do bing-bang, que diz que uma explosão produziu o universo com suas leis e ordem, é uma hipótese atentatória à razão. Seria mais fácil crer que 1 milhão de palavras lançadas ao ar venha cair na terra na forma do Dicionário Aurélio do que crer que uma explosão deu origem ao universo.
Que direcionemos nossas vidas ao Deus Criador, a Ele glória, para sempre e sempre. Amém!
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Adorador ou Consumidor??

O Senhor Jesus poderia ter satisfeito às necessidades da multidão e saciado o desejo dela de ter mais milagres, sinais e pão. Teria sido feito rei, e teria o povo ao seu lado. Mas o Senhor preferiu ter um punhado de pessoas que o seguiam pelos motivos certos, a ter uma vasta multidão que o fazia pelos motivos errados. Preferiu discípulos a consumidores.
Infelizmente, parece prevalecer em nossos dias uma mentalidade entre os evangélicos bem semelhante à da multidão nos dias de Jesus. Parece-nos que muitos, à semelhança da sociedade em que vivemos, tem uma mentalidade de consumidores quando se trata das coisas do Reino de Deus. O consumismo característico da nossa época parece ter achado a porta da igreja evangélica, tem entrado com toda a força, e para ficar.
Por consumismo quero dizer o impulso de satisfazer as necessidades, reais ou não, pelo uso de bens ou serviços prestados por outrem. No consumismo, as necessidades pessoais são o centro; e a “escolha” das pessoas, o mais respeitado de seus direitos. Tudo gira em torno da pessoa, e tudo existe para satisfazer as suas necessidades. As coisas ganham importância, validade e relevância à medida em que são capazes de atender estas necessidades.
Esta mentalidade tem permeado, em grande medida, as programações das igrejas, a forma e o conteúdo das pregações, a escolha das músicas, o tipo de liturgia, e as estratégias para crescimento de comunidades locais. Tudo é feito com o objetivo de satisfazer as necessidades emocionais, psicológicas, físicas e materiais das pessoas. E neste afã, prevalece o fim sobre os meios. Métodos são justificados à medida em que se prestam para atrair mais freqüentadores, e torná-los mais felizes, mais alegres, mais satisfeitos, e dispostos a continuar a freqüentar as igrejas.
Fonte: Olhar Reformado, via Soli Deo Gloria
Estatística - número de evangélicos

Em dezembro de 2009 os evangélicos devem somar 49,8 milhões no Brasil, 25,4% de um total de 196,5 milhões de brasileiros e brasileiras. A persistir essa curva de crescimento, em 2020 os evangélicos serão 100 milhões no país.
A projeção é do Ministério de Apoio com Informação (Mai), liderada pela matemática Eunice Stutz Zillner, 51 anos, membro da Igreja Presbiteriana Independente do Ipiranga, de São Paulo. O Mai foi criado por Eunice e seu marido, o engenheiro eletrônico Marcos Zillner, em 2003.
Com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Mai realiza projeções e análises, proporciona treinamentos e consultoria a igrejas. “Nosso desejo é que os números incomodem e gerem trabalho, evangelização”, declarou Eunice em entrevista para Andréa França, da Revista Graça.
O Mai quer mostrar onde é necessário investir em evangelismo. “Não estou interessada em sensacionalismo, em apresentar dados chocantes, mas, sim, em ‘fotografar a situação’ e ‘revelar a foto’ mais nítida possível”, explicou a matemática.
Segundo o Censo de 2000, o Norte do Brasil, com 19,8%, era a região com maior presença evangélica, e, conforme as projeções do Mai, continuará com essa posição e terá 32% em dezembro de 2009, seguidas das regiões Centro Oeste, com 31%, Sul, com 19,8%, e Nordeste com 19,2%.
Roraima é o Estado da federação que reúne o maior percentual de evangélicos (46,8%), com 226,3 mil, de um total de 483,6 mil habitantes, seguido do Amazonas, com 41,9%, Acre, com 39,9%, Rio de Janeiro, com 36,3%, Distrito Federal, com 35,9%, e Espírito Santo, com 35,2%.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
A Conversão de Guilherme de Pádua
Condenado a 19 anos de prisão pelo assassinato da atriz Daniella Perez, filha da novelista Glória Perez, em 1992, Guilherme de Pádua tenta mostrar que se tornou um novo homem. Com a fala mansa, cabelos milimetricamente penteados e expressão tranquila, o ex-ator parece querer fugir o quanto pode da imagem do homem que, apaixonado pela colega de elenco na novela “De Corpo e Alma”, a assassinou a golpes de chave de fenda, junto com a ex-esposa Paula Thomaz.
Após ter cumprido apenas um terço da pena, Guilherme diz estar “liberto” há 10 anos e tornou-se obreiro da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte, onde congrega desde 2001. “Fiz bobagens, mas sou inofensivo. Andei fora do caminho de Deus, mas na nossa igreja não existe pecadinho e pecadão. Todos estão perdoados, a partir do momento do batismo, mas perdoados por Deus”.
A religião acabou se tornando a única alternativa para o ex-ator, que lembra que, em meio aos julgamentos da sociedade, com xingamentos e até fezes atiradas contra ele, sempre haviam dois ou três crentes com a Bíblia, pregando a paz. “Eu os achava uns malucos, mas quem mais me tratava como gente?”, questiona.
Seus conhecimentos na área de informática o levaram à Gerência de Tecnologia da Igreja Batista e hoje ele é um dos responsáveis pelo portal lagoinha.com. Sobre a época em que estava na cadeia, Guilherme conta que pegou sarna, micose, dividiu a cela com um tuberculoso e sofreu com dores de dentes sem nenhuma chance de ser atendido por um dentista. A possibilidade de suicidar-se também passou pela cabeça do ex-ator. “Olhei para uma torneira alta na cela e me passou pela cabeça amarrar a calça ali e me enforcar. Mas aí pensei nos meus pais, já tinha dado desgosto suficiente”.
Há três anos, Guilherme se casou com a produtora de moda Paula Maia, sua colega de culto. Para ele, a experiência de um novo casamento foi transformadora. “Amei pela primeira vez”, destaca, lembrando que não basta amar a própria mulher, “é preciso não cobiçar as outras. Eu me doutrino”.
Fonte: Vooz / Gospel+
Via: O Verbo
sábado, 11 de julho de 2009
O MODERNO VATICANO EVANGÉLICO (até a praça)
Estranhamente me lembrei do VaticanoSeis meses após o trágico acidente, a Igreja Renascer em Cristo apresentou o projeto arquitetônico preliminar de sua nova sede. O vídeo, com perspectivas em 3D, foi mostrado durante a Ceia de Oficiais, realizada mensalmente pela igreja, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, através de telões instalados no local.
Desenvolvido por José Lucena, um dos maiores arquitetos do país, com trabalhos assinados em várias cidades brasileiras e em Dubai, o projeto surpreendeu os fiéis. “Eu não queria refazer o projeto anterior. Vou obedecer o que já existia, mas teremos uma série de modificações”, disse Lucena. No dia 18 de janeiro deste ano, o desabamento do teto da igreja matou nove pessoas e deixou cerca de cem pessoas feridas.
A nova sede da Renascer, na capital paulista, será a primeira igreja ecologicamente correta do Brasil, com economia de água e de gás carbônico. “O templo vai falar por si só. Já que estamos fazendo algo inovador pensamos em algo para ter um planeta melhor. E vamos fazer uma igreja verde. Vai ser a primeira do mundo. Não vai onerar em nada o meio-ambiente”, revelou Fabiana Sobreda, da Plural Arquitetura, empresa de José Lucena.
Além da preocupação com a sustentabilidade, o projeto da nova sede internacional da igreja será repleto de elementos espirituais. “Tentamos colocar a revelação que o Apóstolo teve (um dia antes da queda do teto). No púlpito terão sete colunas, que representam os sete espíritos de Deus, e atrás vai haver um espelho d’água. Atrás desse espelho, teremos uma vegetação”, conta a arquiteta Luciana Moroni.
O projeto prevê ainda banheiro para cadeirantes, galerias laterais, garagem, elevadores de acesso e salas especiais para crianças, em um prédio de apoio ao lado. Uma praça também será construída, no terreno ao lado, que será vista através dos vidros internos da igreja.
“A obra é grande e maravilhosa. Vamos fazer o que nunca foi feito e entregar o nosso melhor. Tenho a certeza de que todos dirão que foi por intermédio de Deus que faremos essa obra”, disse emocionado o apóstolo Estevam Hernandes, após a exibição do vídeo. O líder da igreja comemorou também com os fiéis a liberação da reconstrução do imóvel, assinada pela Prefeitura de São Paulo, no dia 29 de junho.
Fonte: Gospel Press / Gospel+
sexta-feira, 10 de julho de 2009
NOVIDADE - www.rabbi.com.br

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terça-feira, 7 de julho de 2009
GUGU vai para Rede Record!!
Foi com a frase do título que Silvio Santos reagiu ao saber da proposta da "Record" ao apresentador. Ao contratar Gugu, a emissora sai na frente na disputa pela audiência dos domingos
Testemunhas garantem que, quando soube da proposta de trabalho da "Rede Record"para Gugu Liberato, Silvio Santos, foi incisivo: "Vai, Gugu!" O dono do "SBT" reconhecia, assim, que não tinha como manter o apresentador que, até então, confundia-se com a história da emissora, onde esteve por 36 anos, e iria perdê-lo para a "Record". A contratação do apresentador Gugu Liberato, de 50 anos, foi a principal transação de um artista brasileiro na história da televisão nacional e representa um passo decisivo para a "Record" alcançar a liderança de audiência nos domingos. Durante boa parte de sua passagem pelo "SBT", um dos esportes preferidos de Gugu Liberato foi ganhar da "Rede Globo" no Ibope.
Na quinta-feira, 25 de junho, a "Record" emitiu um comunicado sucinto, de poucas linhas, confirmando oficialmente a contratação – que tem prazo mínimo de 8 anos de duração. Econômico nas palavras, o comunicado da emissora sinalizava o início de uma nova era na televisão brasileira, que altera ainda mais o jogo de forças na disputa pela audiência. Gugu Liberato chegou a ser chamado de "o rei do domingo" e se tornou um fenômeno ao atingir grandes audiências num dia em que a família inteira está em frente à tevê. Criou quadros que ficaram marcados na memória do espectador. Nos domingos da "Record", ele apresentará um programa de auditório e a novidade é que terá, durante a semana, um outro programa, de entrevistas, um sonho antigo do apresentador.
A "Record" concretizou o que a "Globo" não conseguiu há algumas décadas: levar o passe do apresentador. No final dos anos 80, Gugu praticamente havia selado sua ida à "Rede Globo", mas Silvio Santos teria ido pedir pessoalmente a Roberto Marinho, (já falecido e então presidente das "Organizações Globo") que não contrasse seu pupilo. Silvio Santos teria alegado, na ocasião, que sofria de problemas nas cordas vocais e se submeteria a uma cirurgia. Gugu, então, seria seu potencial herdeiro.
De acordo com Nelson Hoineff, presidente do Instituto de Estudos de Televisão (IETV), a ida de Gugu para a "Record" vai "equilibrar ainda mais a disputa pela audiência aos domingos, dia que se tornou uma tradição muito forte na televisão brasileira e cujos programas são vistos em conjunto pelas famílias, e ficam por mais horas no ar". Respeitado como jornalista, produtor e diretor de televisão, Hoineff só tem elogios a Gugu. "Ele é um apresentador importantíssimo e de talento extraordinário que busca alternância de formatos e realiza reportagens fora do estúdio, o que colabora para dar personalidade muito própria ao progra-
ma dele."
A "Record" ganha, assim, um talento ilimitado, que promete fazer muito barulho nos ouvidos da concorrência.
Folha Universal
segunda-feira, 6 de julho de 2009
TEOLOGIA DA PROTEÇÃO

Fiquei pensando sobre a proteção de Deus e confesso que entrei em crise, principalmente pelo contexto em que vivemos hoje. Sobre o que a Bíblia nos garante segurança? Sobre o câncer? A perna quebrada, a crise financeira, a infidelidade conjugal, o filho nas drogas? Somos protegidos do que? Podemos nos considerar livres das mazelas que o mundo dispensa sobre a raça humana pelo fato de sermos cristãos?
Quando lembro dos cristãos da igreja primitiva que em grande escala foram comidos por leões ou queimados como tochas humanas, fico a pensar, somos protegidos do que?
Ao refletir sobre Paulo minha crise aumenta. Apedrejado e quase dado como morto, chicoteado, preso e por fim decapitado. Por que Deus não o protegeu de tudo isso?
Hoje os jargões da proteção estão em todos os lugares, nas músicas, nos adesivos dos carros e o pior, nos sermões. Jargões como; “praga alguma chegará a tua tenda”, “mil cairão ao teu lado dez mil a tua direita, mas tu não serás atingido” e o mais comum é “ Deus repreenderá o devorador das tuas finanças”.
Puxa que legal! Quer dizer que basta eu ser um dizimista fiel, que jamais passarei por uma crise financeira? Então é fácil, isso é melhor do que seguro. Se eu for um cristão fiel o câncer não chegará a minha casa, meus filhos nunca usarão drogas e o meu casamento jamais passará por uma crise. Então pra que plano de saúde ou previdência privada? Isso é pra quem não é fiel! Como nossos irmãos da igreja primitiva, como o apostolo Paulo ou a irmã Maria que viveu a vida toda, uma vida devota ao Senhor e morreu de câncer. E o irmão João que criou os seus filhos no caminho de Senhor e os viu morrerem perdidos nas drogas? E aqueles que viram a infidelidade chegar ao casamento? Será que eles não eram fieis, ou a teologia da proteção é uma furada?
Do que Deus nos protege?. Na verdade Deus já nos livrou do maior perigo que assombra o ser humano, o inferno. E todo aquele que nele crer será salvo. Será que o crente de hoje esta preparado para lidar com o sofrimento? O que dizer das catástrofes que nos assolam?.
Sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus. Romanos 8.28a.
Fonte: www.remanescente.com
sábado, 4 de julho de 2009
CONVERSÃO OU ADESÃO?
Para que tal crescimento aconteça basta fazer uma pesquisa sociológica e antropológica, do país. Com isso descobriremos que as três maiores religiões que formam a base do país são: catolicismo romano, evangélicos e espiritismo (kardecista, umbanda, candomblé).
Se quisermos ir além, façamos uma analise histórica e econômica.
Chegamos a seguinte conclusão; o Brasil é um dos países com maior desigualdade social do mundo, sendo que apenas 1% da população detém 13% de toda a riqueza do país, em contra partida 50% da população detém apenas 13% da riqueza e os outros 49% da população detém 74% da riqueza. O que todas essas informações podem me ajudar no crescimento de igreja? É simples!
Monte uma igreja que consiga reunir as três maiores religiões do país em uma, que use a bíblia dos evangélicos, o sal dos espíritas e a água benta dos católicos.
E tem mais, ofereça curas imediatas. Num país com tamanha desigualdade social onde uma pessoa chega a ficar 5:00 hs na fila de um pronto socorro para ser atendida. Não pare por aí, vá além ofereça emprego, casa própria, carro, empresa, casamento tudo isso em nome de “Jesus”, e tem mais: não pregue nada que seja de ordem moral, seja humanista ao máximo, deixe seus clientes satisfeitos.
Então é só esperar. Esperar o que?. Um grande crescimento de pessoas convertidas?. É claro que não! Espere sim, uma grande multidão que venha aderir este movimento. E depois é só contar os dólares, só tome cuidado na hora de transportar, evite a cueca ou a bíblia.
Fonte: www.remanescente.com
A Venda Moderna de Indulgências

Pois é, infelizmente a cada dia somos surpreendidos com novos fatos que nos levam a mais profunda perplexidade. As praticas litúrgicas por parte da igreja evangélica brasileira fazem-nos por um momento pensar que regressamos aos tenebrosos dias da idade média. Nessa perspectiva, as bênçãos de Deus não são frutos de sua maravilhosa graça, mais sim, conseqüências diretas de uma relação baseada na troca ou no toma-lá-dá-cá ou da comercialização das bênçãos de Deus.Por favor, responda sinceramente: Qual a diferença da oferta extorquida do povo sofrido nos dias atuais pra venda das indulgências da idade média? Qual a diferença dos utensílios vendidos no século XVI, para os que comercializados em nossos templos nos dias de hoje? Ora, vamos combinar uma coisa? Atrelar o milagre de Deus a uma oferta de R$ 7,00 no mínimo fere os princípios da moral e da decência.Sem a menor dúvida afirmo que o evangelho pregado pelos inquisidores do século XXI contrapõe-se em gênero, número e grau ao evangelho da salvação eterna. Acredito piamente que diante de tantas aberrações pregadas em nossos dias, o lema “Eclésia reformata, semper reformanda”, deveria ressoar em nossos ouvidos e corações, desafiando-nos à responsabilidade de continuamente caminharmos segundo a Palavra, sem nos deixarmos levar por ventos de doutrinas e movimentos que tentam transformar a Igreja de Cristo, num circo eclesiástico, nas mãos de líderes inescrupulosos, que manipulam o povo ao seu bel prazer, tudo isso em nome de Deus!Pense nisso!***
Fonte: Renato Vargens é pastor da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, conferencista e escritor.








